Ganbatte. Honda Mototrofa

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CB1000R. Mototrofa

Entrevista 2

1.- A fase final do Concurso da Honda Garage Dream está se aproximando, é fácil combinar o trabalho da oficina com o projeto?

Não é fácil, mas a Mototrofa não se tornou no que é hoje com base em facilidades, pelo contrario, foi através de muito trabalho e dedicação.

Foi precisamente assim, que abraçamos este projecto, com muita dedicação e trabalho.

Como diz o provérbio Português: “Dos fracos não reza a lenda”.

2.-Quem são os membros da sua equipe de personalização e o que cada um faz neste projeto? Alguém já modificou uma motocicleta antes?

  • Paulo Ferreira (Comercial)
  • Paulo Mota (Comercial)
  • Daniel Lourenço (Comercial)
  • Leonel Martins (Departamento Peças)
  • Sergio Teixeira (Chefe de Oficina)
  • Gil Alves (Mecânico)
  • António Azevedo (Mecânico)
  • Nicolas Leonardo (Mecânico)
  • Pedro Silva (Mecânico)
  • Francisco Silva (Gerente)

O Gerente, o Chefe de Oficina, tal como os Comercias estiveram a cargo da projeção, coordenação e design do projecto. Os Mecânicos executaram as alterações e contribuiram de forma activa com ideias.

3.- A competição faz parte do DNA da Honda, como você está vivendo esse concurso de dentro?

Estamos a viver este desafio com intensidade, é algo que a nós, enquanto amantes deste mundo e desta marca nos dá especial prazer.

4.- Quanto à personalização da moto, como você a batizou? Quais opções e acessórios foram escolhidos e com que finalidade?

Batizamos a mota como “GANBATTE”, uma palavra muito popular no idioma japonês. Ela é usada de diferentes formas pelos japoneses para incentivar as pessoas a fazerem o seu melhor.

Foi isso que fizemos, é isso que queremos que as pessoas sintam e é essa a mensagem que queremos passar.

O nome presente na lateral do depósito “MT93”, representa o nome Mototrofa e o ano em que a empresa se iniciou.

Em relação aos acessórios utilizados, passou por uma pintura completamente personalizada, aplicação de carbono, aplicação do farol traseiro em led da Monkey 125, os piscas dianteiros em led da Monkey 125, manetes, pousa-pés, tampão de depósito, espelhos retrovisores em carbono aplicados na carenagem, bujão do óleo, punhos, escape SC PROJECT, pneus Pirelli Diablo SuperCorsa.

5.- Que mensagem você espera transmitir com o resultado final? Por que isso deveria ser a moto vencedora e não outra?

Não fazia sentido para nós transformar uma excelente mota de estrada em uma mota mista. No nosso entender seria estragar todo o conceito de uma CB1000R.

Pelo contrario, quisemos manter a sua essência e honrar a história desportiva da Honda, ou seja, procuramos tirar partido do seu excelente quadro, travagem e suspensão para criar uma mota que permita uma condução ainda mais desportiva, mais divertida e com uma performance superior em traçados sinuosos.

A imaginação ganhou asas e é impossìvel ficar indiferente ao nosso projecto.

Tem sido um verdadeiro iman de olhares.

Criamos uma máquina de sorrisos, com o poder do sonho.

6.- Qual é o mais gostoso do projeto? E o que está custando mais a eles?

Para nós, além da decisão do esquema de cores e do próprio design, um dos pontos fortes no projecto (e que mais trabalho deu), foi incorporar o farol traseiro da Monkey 125.

É um pormenor único e achamos que o resultado dessa alteração fala por si só.

 7.- Se a sua personalização for proclamada vencedora no Vive la Moto, você está planejando alguma comemoração especial?

Nessa eventualidade, certamente iremos publicitar o feito na imprensa e claro celebrar com toda a equipa.

HONDA MOTOTROFA