MOTO VEIGA

  • 1. O que significa para o vosso concessionário participar na VI edição do Honda Garage Dreams e o que vos motivou a inscreverem-se este ano?

Encarámos o desafio com uma abordagem muito consciente e estruturada, respeitando desde o início os limites e o espírito da categoria Genuine Edition. Priorizámos a coerência estética, a atenção ao detalhe e a valorização do design original da Honda Hornet 750, evitando alterações excessivas e focando-nos numa personalização equilibrada e funcional.

  • 2. Como enfrentam o desafio da customização da moto nesta edição e que aspetos priorizaram no design?

Encarámos o desafio com uma abordagem consciente e estruturada, respeitando desde o início os limites da categoria Genuine Edition. Priorizámos a coerência estética, a atenção ao detalhe e evitando alterações excessivas e focando-nos numa personalização equilibrada e funcional.

  • 3. O que inspira o conceito criativo da vossa proposta e que história ou mensagem pretendem transmitir com a moto?

O conceito criativo da nossa proposta inspira-se nos anos 90, uma década marcante para a identidade visual e desportiva da Honda. Através de uma pintura exclusiva com referências dessa época, pretendemos reinterpretar esse espírito de forma contemporânea, criando uma ponte entre passado e presente, sem perder a modernidade da Hornet 750.

  • 4. Que mensagem querem transmitir com a vossa moto?

A mensagem que queremos transmitir é que é possível criar uma moto com forte personalidade e identidade própria, recorrendo a soluções simples, bem pensadas e fiéis ao ADN da marca. A nossa Hornet pretende mostrar que a criatividade também se expressa através do equilíbrio e do respeito pela essência original do modelo.

  • 5. Quantas pessoas participam no projeto, de que departamentos são e como foi feita essa seleção?

O projeto envolve cerca de 12 pessoas, composta por elementos dos departamentos comercial, pós-venda/oficina e marketing. A seleção foi feita com base na experiência, no conhecimento do produto e na capacidade de contribuir de forma prática e criativa para o desenvolvimento do projeto.

  • 6. Esta edição conta com duas categorias. O que acham desta decisão e como acreditam que influencia a criatividade e a competitividade do concurso?

Consideramos que a existência de duas categorias é uma decisão muito positiva, pois permite enquadrar diferentes abordagens criativas. Esta separação promove uma competição mais equilibrada e incentiva os participantes a explorarem soluções mais alinhadas com o espírito de cada categoria, elevando o nível global do concurso.

  • 7. Em que categoria ou categorias se inscreveram e porquê?

Inscrevemo-nos na categoria Genuine Edition, por acreditarmos que esta reflete melhor a nossa visão enquanto concessionário Honda. Esta categoria permite explorar a criatividade dentro de limites bem definidos, valorizando os acessórios originais, a homologação e a identidade da marca.

  • 8. Consideram que a existência de duas categorias permite uma maior diversidade de estilos e abordagens nas motos apresentadas? Porquê?

Sim, acreditamos que a divisão em duas categorias contribui claramente para uma maior diversidade de estilos e abordagens. Cada categoria cria um enquadramento distinto, permitindo que as motos apresentadas sejam mais variadas e representativas de diferentes interpretações da personalização.

  • 9. Que elementos acreditam que diferenciam a vossa moto das restantes propostas participantes nesta VI edição?

A nossa moto distingue-se principalmente pela pintura exclusiva inspirada nos anos 90, pelo cuidado nos acabamentos e pela coerência global do projeto. Cada intervenção foi pensada para complementar o conjunto, resultando numa Hornet que se apresenta como uma edição especial equilibrada e com identidade própria.

 

  • 10. Como avaliam a evolução do concurso Honda Garage Dreams desde as edições anteriores até à atual?

Avaliamos a evolução do Honda Garage Dreams de forma muito positiva. Ao longo das edições, o concurso tem vindo a ganhar maturidade, maior visibilidade e critérios mais claros, o que contribui para projetos cada vez mais consistentes e de elevada qualidade.

  • 11. Para finalizar, que expectativas têm em relação ao resultado do concurso e o que significaria para vocês vencer esta VI edição?

As nossas expectativas passam, acima de tudo, por apresentar um projeto do qual nos possamos orgulhar e que represente fielmente a Moto Veiga. Vencer esta VI edição seria um reconhecimento muito importante do trabalho da equipa e um motivo de grande satisfação, reforçando o nosso compromisso com a qualidade, a criatividade e a paixão pelo motociclismo.

 

ROTHMANS

1.  Agora que já passaram várias semanas a trabalhar na CB750 Hornet, como avaliam o progresso do projeto até agora?

O progresso tem sido muito positivo. Conseguimos cumprir o plano definido, validar compatibilidades e evoluir do conceito inicial para uma execução sólida. Nesta fase, já temos uma visão muito clara do resultado final

2. O que tem sido mais desafiante nesta fase de construção ou personalização?

O maior desafio tem sido garantir que todas as alterações mantêm uma identidade forte e diferenciadora. Encontrar esse equilíbrio exige bastante teste e adaptação.

3. Fizeram alguma alteração no design original do projeto desde que começaram? Porquê?

Sim, fizemos alguns ajustes, sobretudo ao nível de componentes e soluções técnicas. Algumas peças inicialmente previstas não eram compatíveis, o que nos levou a adaptar o projeto sem comprometer o conceito original.

4. Que novas técnicas ou soluções incorporaram para melhorar a moto?

Trabalhámos bastante na integração de componentes OEM com uma abordagem personalizada, garantindo um acabamento limpo e coerente. Também apostámos em soluções que melhoram a estética sem comprometer a funcionalidade.

5. Nesta etapa, como está a funcionar a colaboração da equipa e a coordenação com fornecedores ou especialistas externos?

Tem sido fundamental. A comunicação com a equipa está bem alinhada e focada no objetivo final, e os parceiros externos compreenderam facilmente o que pretendíamos, sendo uma ajuda fundamental ao longo do processo.

6. Que aspetos do projeto acham que irão surpreender mais o júri e o público quando virem a moto terminada?

A coerência do conjunto e a atenção ao detalhe. Não é apenas uma peça isolada, mas sim um projeto completo onde tudo faz sentido visual e funcionalmente.

7. Receberam algum feedback durante o concurso que tenha influenciado o vosso projeto?

Sim, tivemos em consideração alguns feedbacks, principalmente no sentido de simplificar certas soluções e reforçar a identidade global da moto.

8. Se tivessem de priorizar um objetivo para as próximas semanas, qual seria e porquê?

Finalizar todos os detalhes com o máximo rigor. Nesta fase, os pequenos pormenores fazem toda a diferença no resultado final.

9. Durante esta fase de construção, aprenderam algo novo que gostariam de aplicar em futuros projetos?

Sem dúvida. Aprendemos bastante sobre compatibilidades, planeamento e adaptação em tempo real, algo que será muito útil em futuros projetos.

10. Olhando para a reta final do concurso, como se sentem em relação à concorrência e o que esperam do resultado?

Sabemos que a concorrência é forte, o que valoriza ainda mais o desafio. Estamos confiantes no nosso trabalho e esperamos que o projeto se destaque pela sua identidade e execução.