MOTOTUR

1. O que significa para o vosso concessionário participar na VI edição do Honda Garage Dreams e o que vos motivou a inscreverem-se este ano?
A nossa principal motivação foi, como em todas as edições, dar maior notoriedade ao nosso concessionário. A existência da categoria Genuine também nos incentivou especialmente, pois permite participar sem que o projeto se torne uma preparação demasiado complexa ou exigente.

2. Como enfrentam o desafio da personalização da moto nesta edição e que aspetos priorizaram no design?
Enfrentamos este desafio apostando numa nova pintura e em alguns detalhes específicos na moto, procurando sempre um equilíbrio entre a personalização e o respeito pelo modelo original.

3. O que inspira o conceito criativo da vossa proposta e que história ou mensagem pretendem transmitir com a moto?
Queremos transmitir uma imagem de moto original Honda, mantendo a sua identidade e os valores próprios da marca.

4. Que mensagem querem transmitir com a vossa moto?
Pretendemos demonstrar que é possível tornar uma moto mais apelativa e diferenciadora através de novas combinações de cores, sem perder a sua essência original.

5. Quantas pessoas participam no projeto, de que departamentos são e como foi feita essa seleção?
Toda a equipa da concessionária participa no projeto, embora com maior envolvimento da equipa de oficina, que assume um papel fundamental no desenvolvimento da moto.

6. Esta edição conta com duas categorias. O que acham desta decisão e como acreditam que influencia a criatividade e a competitividade do concurso?
Consideramos esta decisão muito acertada, pois permite a participação sem necessidade de grandes investimentos, tornando o concurso mais acessível e competitivo.

7. Em que categoria ou categorias se inscreveram e porquê?
Inscrevemo-nos na categoria Genuine, uma vez que se enquadra melhor na nossa filosofia e nos recursos disponíveis.

8. Consideram que a existência de duas categorias permite uma maior diversidade de estilos e abordagens nas motos apresentadas? Porquê?
Sim, permite optar por propostas mais simples ou por projetos mais complexos, aumentando a diversidade de estilos e abordagens.

HORNET DREAM

1. Agora que já levam várias semanas a trabalhar na CB750 Hornet, como avaliam o progresso do projeto até agora?


Da nossa parte, é um projeto simples, mas com muita atenção ao detalhe.

2. O que tem sido mais desafiante nesta fase de construção ou personalização?


Cumprir os prazos e, ao mesmo tempo, fazer um bom trabalho.

3. Fizeram alguma alteração no design original do projeto desde que começaram? Por quê?


Não, não fizemos alterações; participamos com a versão original.

4. Que novas técnicas ou soluções incorporaram para melhorar a moto?


Aplicámos apenas peças e acessórios originais Honda, com uma estética mais cuidada e melhorando até a funcionalidade.

5. Nesta fase, como está a funcionar a colaboração da equipa e a coordenação com fornecedores ou especialistas externos?


Este ano correu bem, pois antecipámos a participação e conseguimos cumprir os prazos.

6. Que aspetos do projeto acham que irão surpreender mais o júri e o público quando virem a moto terminada?


A combinação de cores escolhida e a incorporação de novos espelhos Honda.

7. Receberam algum feedback durante o concurso que tenha influenciado o vosso projeto?


Não.

8. Se tivessem de priorizar um objetivo para as próximas semanas, qual seria e porquê?


Não temos nada a priorizar.

9. Durante esta fase de construção, aprenderam algo novo que gostariam de aplicar em futuros projetos?


Não.

10. Olhando para a reta final do concurso, como se sentem em relação à concorrência e o que esperam do resultado?


Não vimos a concorrência até ao momento, por isso não conseguimos dar uma avaliação.